terça-feira, 15 de abril de 2008
segunda-feira, 14 de abril de 2008
Manifesto
Manifesto.
Defendo a Iluminação pela Razão Defendo a Ciência Defendo o Conhecimento.
Defendo a arte correndo pelos corpos.
A exaltação de si,
o conhecimento de tudo.
Razão, Emoção, Sensação.
Amor, Liberdade e Dor.
Ciência, Arte e Sonho.
Rejeito o obscurantismo.
O cultivo de deuses e monstros que representam a ignorância e o medo do desconhecido.
Contentores que servem de repositório aos medos, que crescem e atacam os homens, agrilhoando-os a algozes que lhes mutilam a razão e a liberdade, e os guiam, histéricos, para a morte.
Porque não é pelo medo de morrer que se procura o duvidoso conforto de não se pensar, mas sim pelo medo de viver.
Porque quando se vive sofre-se, mas também se goza.
Principalmente.
Defendo a Iluminação pela Razão Defendo a Ciência Defendo o Conhecimento.
Defendo a arte correndo pelos corpos.
A exaltação de si,
o conhecimento de tudo.
Razão, Emoção, Sensação.
Amor, Liberdade e Dor.
Ciência, Arte e Sonho.
Rejeito o obscurantismo.
O cultivo de deuses e monstros que representam a ignorância e o medo do desconhecido.
Contentores que servem de repositório aos medos, que crescem e atacam os homens, agrilhoando-os a algozes que lhes mutilam a razão e a liberdade, e os guiam, histéricos, para a morte.
Porque não é pelo medo de morrer que se procura o duvidoso conforto de não se pensar, mas sim pelo medo de viver.
Porque quando se vive sofre-se, mas também se goza.
Principalmente.
domingo, 9 de março de 2008
La Dolce Vita
O objectivo da vida é viver.
Isso e as razões que criamos:
Amor, Liberdade e Dor(?)
Ciência
Razão
Emoção
Imaginação
"Liberdade, Igualdade ,Fraternidade."
Isso e as razões que criamos:
Amor, Liberdade e Dor(?)
Ciência
Razão
Emoção
Imaginação
"Liberdade, Igualdade ,Fraternidade."
Para Sempre
Perco-me por entre as linhas que rascunham a sala.
Por entre os interstícios, cantos esquecidos na poeira e na cinza , entrevejo o ar que flutua errante, os dias que renascem do passado, a névoa de pensamentos perdidos deslizando dos olhos para o vazio do tempo, como o fogo que se apaga em fumo enleado na brisa que se precipita de encontro ao solo –partículas que chovem em rios prateados.
Quero contar o que existe, e sei tão pouco do que existe.
E fecho os olhos, num impulso eléctrico.
Recordo o mundo que se estende para lá, infinito suave que acaba nas ondas estelares lançadas ao vento.
E os sonhos fogem, correm na busca perpétua da aurora que se escapa por entre os dedos cansados – grãos de areia engolidos pelo fim do horizonte.
Mas há vida para lá do horizonte.
Outros sonhos. Outras mágoas.
Outros brilhos. Outras estrelas.
Outra luz que dança por entre outras folhas que cantam à lua que passa.
Porque o infinito é sempre mais que o infinito.
Por entre os interstícios, cantos esquecidos na poeira e na cinza , entrevejo o ar que flutua errante, os dias que renascem do passado, a névoa de pensamentos perdidos deslizando dos olhos para o vazio do tempo, como o fogo que se apaga em fumo enleado na brisa que se precipita de encontro ao solo –partículas que chovem em rios prateados.
Quero contar o que existe, e sei tão pouco do que existe.
E fecho os olhos, num impulso eléctrico.
Recordo o mundo que se estende para lá, infinito suave que acaba nas ondas estelares lançadas ao vento.
E os sonhos fogem, correm na busca perpétua da aurora que se escapa por entre os dedos cansados – grãos de areia engolidos pelo fim do horizonte.
Mas há vida para lá do horizonte.
Outros sonhos. Outras mágoas.
Outros brilhos. Outras estrelas.
Outra luz que dança por entre outras folhas que cantam à lua que passa.
Porque o infinito é sempre mais que o infinito.
Falas adeístas
E Deus disse:
"Não existo.
Sou apenas o medo que vive nos Homens.
E a esperança, que vai morrendo aos poucos."
"Não existo.
Sou apenas o medo que vive nos Homens.
E a esperança, que vai morrendo aos poucos."
terça-feira, 19 de fevereiro de 2008
Para lá
“Todos somos pó de estrelas”- Carl Sagan
Não me perdi.
Apenas me esqueci no tempo que passa entre palavras.
Delírios suaves que banham, como orvalho, os sonhos que outrora se estenderam no cosmos,
Estendo o olhar e os sentidos, no cansaço eufórico da descoberta. Porque são os sonhos que nos levantam metaforicamente do chão, levando-nos pelo horizonte que se afunda no cessar da aurora.
E saber que há mar para lá do horizonte, é saber a mar para lá do horizonte.
Respiro. O ar queima em golfadas, estendendo-se pelo bronquíolos e pelos alvéolos e fundindo-se no sangue que passa.
Despertando o corpo em aguilhoadas, furores prementes que correm os nervos.
Pressinto as moléculas correndo alucinadas entre as células, os tecidos contraindo-se em espasmos rubros, o corpo balançando ao sabor do impulso, da maresia , como o sangue que se esvai do coração pelas veias , canais carnais que percorrem o corpo .
E enquanto aprecio o movimento interno, ouço o murmúrio da luz que ondeia entre as partículas, frestas de um nada.
Canto das estrelas,
Música que me chega trazida pelo vento solar.
Porque as estrelas cantam enquanto esculpem a matéria.
Matéria de sonhos. Matéria de vozes.
Não me perdi.
Apenas me esqueci no tempo que passa entre palavras.
Delírios suaves que banham, como orvalho, os sonhos que outrora se estenderam no cosmos,
Estendo o olhar e os sentidos, no cansaço eufórico da descoberta. Porque são os sonhos que nos levantam metaforicamente do chão, levando-nos pelo horizonte que se afunda no cessar da aurora.
E saber que há mar para lá do horizonte, é saber a mar para lá do horizonte.
Respiro. O ar queima em golfadas, estendendo-se pelo bronquíolos e pelos alvéolos e fundindo-se no sangue que passa.
Despertando o corpo em aguilhoadas, furores prementes que correm os nervos.
Pressinto as moléculas correndo alucinadas entre as células, os tecidos contraindo-se em espasmos rubros, o corpo balançando ao sabor do impulso, da maresia , como o sangue que se esvai do coração pelas veias , canais carnais que percorrem o corpo .
E enquanto aprecio o movimento interno, ouço o murmúrio da luz que ondeia entre as partículas, frestas de um nada.
Canto das estrelas,
Música que me chega trazida pelo vento solar.
Porque as estrelas cantam enquanto esculpem a matéria.
Matéria de sonhos. Matéria de vozes.
domingo, 10 de fevereiro de 2008
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